4.7.07
ALMA DIANTE DA PALMA
Dos quadris,
os sonhos em vertigem,
a carícia como viagem
no corpo inteiro
e nos lugares, como marcados a giz,
sinto tua alma,
louvando meu lado perdigueiro,
diante da palma
que se abre com folhas esparsas,
no covil dos prazeres, sem farsas,
com a cumplicidade do amor.
Saraiva Filho
criado por SARAIVA FILHO
10:10 — Arquivado em: 

Comentário por Fá — 10.7.07 @ 14:33
Olá, amado!
Um lindíssimo poema e para ti estes versos!
Quando tu vens./Quando tu entras baixam todas as vozes/ Ninguém te vê entrar / Ninguém sabe quando entraste/ senão de repente, vendo que tudo se recolhe/que tudo perde as arestas e as cores /E que no alto céu ainda claramente azul/ Já crescente nítido, ou círculo branco, ou mera luz nova que vem /A lua começa a ser real…
Parabéns!!!!