LiberdadeDaPalavra

ARTIGOS sobre fatos políticos, econômicos e sociais. Liberdade, palavras e ações.

31.7.06

POETA TOLO

Parei de ser poeta tolo,
para apreciar tua alma,
na palma de teu louvor.
Essas coisas do Amor!
E fiz o maior rolo
desse bolo de emoções:
confundi paixões,
atropelei canções,
subtrai o estrato de tua essência,
no exato momento
do meu pensamento,
em que me entreguei a ti.
Saraiva Filho

criado por SARAIVA FILHO    4:49 — Arquivado em: Sem categoria

6 Comentários »

  1. Comentário por T.L — 31.7.06 @ 16:10

    sem palavras……muito bom mesmo

  2. Comentário por Vânia — 31.7.06 @ 18:07

    Essas coisas do Amor! …Não há lógica nessas coisas, mas há palpitação!!!!!!!!

  3. Comentário por tania — 1.8.06 @ 18:37

    muito bonito o poema, fazia tempo que não passava aqui, acabei visitando teu site tbm. Parabéns!

  4. Comentário por Cactus — 1.8.06 @ 19:37

    Bom tê-lo de volta. lindas palavras…

  5. Comentário por SARAIVA FILHO — 15.8.06 @ 17:49

    T.L. como posso te agradecer os comentários?
    tens e-mail? Manda . O meu é saraivafilho23@hotmail.com
    Um abraço e obrigado pela visita.

  6. Comentário por eupoesia — 30.8.06 @ 13:21

    O Poeta jamais é tolo…

    Se não, não seria Poeta
    de tantas musas, confusas,
    com seu cantar, seu encanto.

    Na busca de conquistar
    o coração do poeta,
    não sabem - veja você! -
    que como dizia Pessoa,
    quando a pergunta insistia:
    “sinta quem lê”.

    Mas uma entrega, Poeta,
    quando é louca, ou sã,
    sendo ela verdadeira,
    nunca é vã, ou perdida,
    é sempre paixão, é desejo,
    É vida.

    Um beijo.

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